domingo, 11 de junho de 2017
Vivemos em busca de nossos objetivos e sonhos, temos nossos problemas, esse é nosso mundo.
Cada pessoa vive seu mundo, e as outras pessoas são indivíduos que passam por ele. São como peões, alguns bispos e poucos rainhas, mas você é o rei. No final das contas você não está preocupado de fato se o vizinho vai passar no concurso dos sonhos dele (exceto momentaneamente), você está de fato preocupado com o seu concurso, você não para e pensa se a fulana vai com aquela roupa combinando (a não ser quando a vê na festa), você Para na frente do espelho e pensa se VOCÊ vai ficar bem com essa roupa as outras pessoas são secundárias no mundo de cada um. Você é o principal personagem do seu mundo.
Essa é a regra da caverna, o mundo de alienação que vivemos nos ensinou que cada um deve ficar dentro do seu cubículo cuidando de seus problemas, é assim temos seguido.
----Seguindo este raciocínio, me vêm duas indagações.---
1. e se olharmos as pessoas como personagens principais e a nós mesmos como secundários?
se parassemos por alguns minutos de nossas vidas para falar com as pessoas, com olhares de coadjuvantes, preocupado principalmente com os problemas dele ou dela, não para dar conselhos, isso qualquer pessoa faz, mas para dar uma ajuda, fazer algo por ela?
Pode ser uma fórmula do sucesso, como Carnegie ensina, uma forma de estar no coração de todas as pessoas ao seu redor, e ter todas as portas abertas para você.
Mas decidimos ver pelo lado oposto, me foco no meu e esqueço os outros, assim arrombo as portas.
2. Não obstante as pessoas sejam secundárias em relação a resolução de conflitos, nos preocupamos muito com a opinião delas, não ligamos muito para o que as pessoas pensam delas mesmas. Mas nos preocupamos muito com o que elas pensam em relação a nossa pessoa. Logo vemos que o seu ser físico é de certa forma desimportante enquanto que seu ser metafísico, seus pensamentos e gostos nos preocupam. Não nos preocupamos se o chefe vá fazer a viagem dele para o Japão nas férias desse ano, mas nos preocupamos com o que ele pensa a respeita da minha criatividade e desenvolvimento. Logo, encontro mais uma consistência na regra da Matrix que vivemos, onde até quando nos importamos com os outros, estamos nos importante com nós mesmos. A internet está servindo de janela para as pessoas mostrarem o quanto se preocupam com os outros, ou na verdade estão todos mostrando o quanto são politicamente corretos?
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